Em entrevista exclusiva ao jornalista Emerson Tchalian, gestor de comunicação da Aspomil, o Vice-Prefeito de São Paulo, Coronel PM Mello Araújo, respondeu diretamente às análises de bastidores que sugerem que ele seria uma “figura complicada” com “dificuldade de traquejo político”. A crítica, repercutida por comentaristas da Jovem Pan, sugere que o perfil do Coronel poderia dificultar uma eventual saída do prefeito Ricardo Nunes para disputar outros cargos eletivos.
Para Mello Araújo, o termo “falta de traquejo” é, na verdade, uma narrativa utilizada para mascarar sua postura intransigente contra irregularidades.
“O traquejo político que eles estão falando é que eu não sento à mesa para tratar assuntos não republicanos, que eu não aceito corrupção, que eu não aceito sacanagem”, afirmou o Vice-Prefeito.
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O Coronel ilustrou sua fala com exemplos reais de pressões que recebe para liberar emendas parlamentares que considera desproporcionais ou irregulares: O Coronel não assinou uma emenda de R$200 mil para apenas quatro horas de palestra de vôlei para 50 pessoas. Ele citou outro caso de pedido de meio milhão de reais para um único dia de competição de Jiu Jitsu. Mesmo diante do argumento de que os pedidos partem de “vereadores da base”, Mello Araújo manteve sua posição em defesa do erário.
O Vice-Prefeito foi enfático ao declarar que não mudará seu perfil para se ajustar aos moldes da política tradicional. “Eu tenho respeito pelo dinheiro público. E aí por essas coisas, o coronel não tem traquejo político. Então eu não vou ter traquejo político nunca, porque eu não aceito sacanagem”, concluiu.









