Rede Aurora
No Result
View All Result
  • HOME
  • Á REDE AURORA
    • Sobre Nós
    • Programação
    • Programas
    • Nosso Grupo
    • Novo Projeto
  • NOTICIAS
    • A Voz de Campos
    • Destaque
    • Economia
    • Educação
    • Esportes
    • Policia
    • Politica
    • Saude
    • Últimas Notícias
  • NOSSAS REDES
    • Instagram
    • Facebook
    • Tiktok
    • Twitter
  • JORNAL
  • RÁDIO
  • TV
  • CONTATO
  • HOME
  • Á REDE AURORA
    • Sobre Nós
    • Programação
    • Programas
    • Nosso Grupo
    • Novo Projeto
  • NOTICIAS
    • A Voz de Campos
    • Destaque
    • Economia
    • Educação
    • Esportes
    • Policia
    • Politica
    • Saude
    • Últimas Notícias
  • NOSSAS REDES
    • Instagram
    • Facebook
    • Tiktok
    • Twitter
  • JORNAL
  • RÁDIO
  • TV
  • CONTATO
Rede Aurora
No Result
View All Result
Rede Aurora
No Result
View All Result

Gestantes de áreas vulneráveis têm risco maior de perder bebê

Tamara Freire - Reporter da Agencia Brasil by Tamara Freire - Reporter da Agencia Brasil
13 de novembro de 2025
in Saude
0
Home News Saude
Share on WhatsappShare on FacebookShare on TwitterShare on Telegram

Logo Agência Brasil

O risco de um bebê morrer durante a gestação ou parto é até 68% maior em municípios com situação socioeconômica mais vulnerável. 

Os dados são de uma pesquisa da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em conjunto com a London School of Hygiene and Tropical Medicine, Universidade de São Paulo (USP) e Western University, no Canadá.

Notícias relacionadas:

  • Saúde recomenda cálcio para todas as gestantes para prevenir eclâmpsia.
  • Gravidez na adolescência deve ser debatida nas igrejas, diz ministro.

Além disso, os pesquisadores verificaram que ao longo de 18 anos, a taxa de natimortalidade ficou relativamente estável nas cidades com maior vulnerabilidade, apesar de ter caído naquelas com melhores condições.

O estudo analisou nascimentos no Brasil entre 2000 e 2018, com base em registros oficiais do Ministério da Saúde e relacionou ao Índice Brasileiro de Privação – que classifica os municípios em níveis de privação, considerando renda, escolaridade e condições de moradia.
Acompanhe a cobertura completa da EBC na COP30 

Conforme artigo publicado na revista BMC Pregnancy and Childbirth, o objetivo foi verificar se o declínio nacional no risco de natimortalidade foi semelhante entre os municípios com diferentes níveis de privação para “identificar áreas que necessitam de maior apoio e desenvolver estratégias específicas para diminuir a natimortalidade nessas regiões mais afetadas”.

Dados anteriores já mostravam que a taxa de natimortalidade, no Brasil, caiu 30,7% em 2019, na comparação com o ano 2000, passando de 10,1 a cada 1 mil nascimentos para 7, mas nenhum estudo tinha investigado de forma abrangente as diferenças internas, a nível municipal.

“Agora, as evidências mostram claramente que essa diferença existe e tem impacto real nas taxas de natimortalidade”, enfatiza a pesquisadora do Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde da Fiocruz Bahia, Enny Paixão.

Em 2018, último ano com dados incluídos na análise, o Brasil registrou 28,6 casos de fetos que morreram após a 20ª semana de gestação, ou bebês que faleceram durante o parto.

Isso equivale a uma taxa de 9,6 natimortos a cada mil nascimentos. Mas essa mesma taxa cai para 7,5 nos municípios com melhores condições socioeconômicas e sobe para 11,8 nas cidades com maior nível de privação.

Os pesquisadores acreditam que melhorias gerais nas políticas de saúde e em outras áreas como educação e saneamento básico podem explicar a diminuição da taxa média do país.

“Não está claro por que essas intervenções foram relativamente menos eficazes (…) nos municípios mais carentes”, diz Enny.

Uma das hipóteses é que esses municípios concentram maior proporção de populações rurais vivendo em áreas remotas, que precisam percorrer grandes distância para acessar serviços de saúde, especialmente os de maior complexidade.  

A pesquisadora Enny Paixão reforça a contribuição de problemas característicos da desigualdade, “incluindo falta de serviços ou dificuldade de acesso e baixa qualidade dos serviços de saúde disponíveis nessas áreas, o que pode fazer com que a atenção pré-natal e durante o parto não seja ideal”.

A pesquisadora também pontua que investigar a natimortalidade entre municípios segundo o nível de privação “é fundamental” para identificar áreas que demandam melhorias no acesso e na qualidade da atenção perinatal.

 

Previous Post

Grupo é investigado por desviar FGTS de jogadores de futebol

Next Post

UFSCar encerra amanhã inscrições para pessoas trans e travestis

Tamara Freire - Reporter da Agencia Brasil

Tamara Freire - Reporter da Agencia Brasil

RelacionadoPostagens

Preocupação com bronquiolite e vírus sincicial cresce entre gestantes 
Saude

Preocupação com bronquiolite e vírus sincicial cresce entre gestantes 

30 de outubro de 2026
Médicos lançam guia para evitar recusa de mamografia digital
Saude

Médicos lançam guia para evitar recusa de mamografia digital

28 de outubro de 2026
Anvisa suspende propaganda enganosa de suplementos alimentares
Saude

Anvisa suspende propaganda enganosa de suplementos alimentares

28 de outubro de 2026
Retinopatia: doença ocular afeta um em cada três diabéticos
Saude

Retinopatia: doença ocular afeta um em cada três diabéticos

28 de outubro de 2026
EBC tem quatro jornalistas entre os finalistas do prêmio +Admirados
Saude

EBC tem quatro jornalistas entre os finalistas do prêmio +Admirados

27 de outubro de 2026
Câncer de mama: mulheres negras morrem 3,8 vezes mais que brancas
Saude

Câncer de mama: mulheres negras morrem 3,8 vezes mais que brancas

27 de outubro de 2026
Anvisa proíbe venda de picolé com melatonina e suplemento de proteína
Saude

Anvisa proíbe venda de picolé com melatonina e suplemento de proteína

26 de outubro de 2026
Dengue: 3 milhões de adolescentes estão com vacinação incompleta
Saude

Dengue: 3 milhões de adolescentes estão com vacinação incompleta

26 de outubro de 2026
Mudanças climáticas já causam aumento de doenças infecciosas no país
Saude

Mudanças climáticas já causam aumento de doenças infecciosas no país

25 de outubro de 2026
Next Post
UFSCar encerra amanhã inscrições para pessoas trans e travestis

UFSCar encerra amanhã inscrições para pessoas trans e travestis

Please login to join discussion
Rede Aurora

Rede Aurora de Comunicação
Produz conteúdo informativo, utilitário, educacional e de entretenimento; em áudio, vídeo e textos.

Siga-nos

Rede Aurora © 2025 | Todos os Direitos Reservados

No Result
View All Result
  • HOME
  • Á REDE AURORA
    • Sobre Nós
    • Programação
    • Programas
    • Nosso Grupo
    • Novo Projeto
  • NOTICIAS
    • A Voz de Campos
    • Destaque
    • Economia
    • Educação
    • Esportes
    • Policia
    • Politica
    • Saude
    • Últimas Notícias
  • NOSSAS REDES
    • Instagram
    • Facebook
    • Tiktok
    • Twitter
  • JORNAL
  • RÁDIO
  • TV
  • CONTATO

Rede Aurora © 2025 | Todos os Direitos Reservados