Tudo foi preparado para a realização de uma das maiores comemorações no Estádio Couto Pereira em todos os tempos: vitória do Coritiba sobre o fraco time do Athletic, de Minas Gerais — por gentileza, não confundir com o poderoso Clube Atlético Mineiro, o Galo —, acesso a Primeira Divisão brasileira e conquista do terceiro título coxa-branca na Série B.
Título é título e todos devem ser comemorados, daí a empolgação da torcida que compareceu em massa, lindamente colorizada com as cores do clube, muita juventude querendo ver o time campeão, festa maravilhosa nas arquibancadas para a recepção dos jogadores e, afinal, bola rolando.
Que tédio. Um dos piores jogos desta arrastada e pobre Série B desta temporada com apenas dois campeões brasileiros participando, exatamente a dupla Atletiba que tem provocado azia nos seus simpatizantes.
O Coritiba simplesmente não conseguiu amassar o adversário, como se esperava, afinal só se ganha jogo com atitude. Mas como é que vai chegar ao gol sem tramas ofensivas bem treinadas, jogadas de linha de fundo ou individualidade saliente de alguém. Na base do chuveirinho, que é a principal característica ofensiva da atual equipe coxa-branca, efetivamente fica difícil chegar ao gol, mesmo diante de um adversário medíocre, que só se preocupou em evitar o pior com faltas, ceras, cenas, etc.
Os alas Alex Silva e Bruno Mello não funcionaram no apoio, o meio de campo sem Josué inexistiu em termos de criação e o ataque viveu apenas de algumas tentativas isoladas de Lucas Ronier. Muito pouco para um time que agora pertence a Série A e, portanto, necessita rever profundamente a constituição do seu elenco para a próxima temporada.
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Athletico consegue vitória heroica em Araraquara
Em Araraquara, o Athletico conseguiu uma vitória improvável diante do fraquíssimo time da Ferroviária. Improvável por causa dos próprios equívocos do time atleticano que teve o predomínio durante o primeiro tempo e não conseguiu marcar. Na etapa complementar, voltou a dominar, mas com o dispersivo Zapelli completando a impotência do meio de campo que não alimenta o eficiente ataque.
Em falha grotesca e inolvidável do goleiro Santos a tal Ferroviária fez o seu gol na metade do segundo tempo. Foi um tipo de provação para a torcida atleticana, presente na Fonte Luminosa e em todo o resto do planeta que ainda atende pelo nome de Terra. Viveros desperdiçando oportunidade até que João Cruz, que havia acabado de entrar em campo cobrou uma falta magistralmente e empatou a partida.
Mas tinha mais: Renan Peixoto, que também acabara de entrar, assinalou o gol da virada que abriu, definitivamente, as portas para o acesso à Primeira Divisão.
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